sábado, 7 de março de 2026

2016 - Heloisa em Artes de Portas Abertas na Casa AltomLapa Santa - Junto com a Amast, inicia um projeto com a Subprefeitura e FPJ em plantar 135 árvores por SantaTeresa.

 

      

25ª – ARTE DE PORTAS ABERTAS                                                                                  HELOISA PIRES FERREIRA                       

            CASA ALTO LAPA SANTA 

 

                                                                                                                         

Inventário das árvores plantadas

 Santa Teresa: 2004 a 2025

 

- Árvores plantadas pela Amast em parceria com a Fundação Parques e Jardins, Associação João Felipe, Secretaria de Meio Ambiente, Prefeitura e por moradores. Algumas foram mortas e 10 espécies substituídas pela FPJ em 2018 – alegaram que as que plantaram não estavam em bons estados para se desenvolverem.

 

Rua Almirante Alexandrino

 

4098 - Ceat – 1 Pinheiro da Nova Zelândia (morreu em 2021), um Ipê Roxo e 1 Quaresma (existentes)

 

3286 – Plantou-se perto de 90 árvores em 2022 a 2025 criando um pomar no Casarão dos Prazeres – Ipê Amarelo, 3 Cabeludinha, 1 Abiu, 5 Pitanga preta, 2 Cacau, 15 Manacá, 4 Cereja do mato, 3 Acerola,  5 Amora, 1 Maçã, 2 Grumixama, 2 Cambuça, 1 Tartare, 4 Pitangas e 1 goiaba(FPJ/Amast). E muitas reposições FPJ/ Amast e    moradores.

                                                         Pomar no Casarão dos Prazeres

  Theobroma  cacao

2524 – 5 Cotonetes em 2016 e 2 Cotonetes em 2023

1 Aroeira (existente) , 1 Pitangueira (existente) e 1  Camena (existente, morreu em 2023) 2 Cotonetes em 2024. Previsão em plantar 2  Cotonetes em 2025.(FPJ/Amast)

     

2495 - Colégio Monteiro – 1 Pau brasil, 1 Aroeira,  1 Coqueira Dendê, 2 Guapuruvús,  1 Pitangueira, 1 Camena, 1 Pau formiga, 1 Embaúba e 1 Pata de Vaca (existentes).

 

1705 – 4 Ipês dourados (1 Ipê morreu em 2019 e 1 Ipê branco em 2019 (FPJ/Amast). 1 Pau brasil (moradores)

 

1495 – 2 Pau brasil em 2016 e 2017 ( morreram em 2016 e 2017), 3 Pitangas em 2023 (morreram em 2023)

 (FPJ/Amast).  e 1 Ipê Rosa (morador – removido em 2023)

 

LO 1300 – Canto dos Pássaros:  placa de Vitor Damado e painel de Jambeiro –  2 Ipês branco em 2016 e 2017 – (morreram em 2017 e 2019) . 1 Aldrago e 1 Congeia em 1919 (FPJ/Amast).

 

1016 A – 1 Aldrago e 1 Babosa branca em 2024 – Amast/FPJ

 

501 – Casarão do Guimarães - 2 Jequitibás e 1 Pau brasil em 2018 (moradora Olmazi Henrique da Silva/Amast)

 

Rua Gomes Lopes,

 

12 – 3 árvores Escumilha  e Cabeludinha em 2023 (FPJ/Amast).

 

Largo do França

 

1 Ipê amarelo (Prefeitura/morador Fernando Barreiro), 1 Pitangueira, 2 pés de Café, 1 Araxá, 2  Manacás, 1 Aroeira (morreu) e 1 Amoreira (moradores)

 

 

Rua Prefeito João Felipe

 

Associação João Felipe – 8 Bougainvilles: sendo 2 vermelhas, 2 Paus Formiga, 2 Paus ferro, 1 Alamanda trepadeira amarela e 1 Tumbérgia trepadeira azul. (Amast e moradores) em 2022

 

Em 2015 foram plantadas 28 Quaresmas pela FPJ por Santa Teresa sendo que 18 Quaresmas na Rua Prefeito João Felipe.  Todas abatidas numa noite, no mesmo ano, sem testemunhas.

     

LO 224/236 – 4 Paus brasil: 3 em 2017 e 1 em 2023   (Por doença um foi removido em 2023) (Amast/FPJ)

 

LO 224/236 – 7 pitangas em 2024 - 3 morreram. Replantio em 2025 (Amast/FPJ)

 

LO 382 – 2 Paus brasil em 2017 (Amast/FPJ)  

 

LO 537 – 1 Pau brasil em 2017 (Amast/FPF) - cuidado por Sandra Michelin

 

         

LO 571 – 1 Sibiriruna em 2017 – morreu em 2024 previsto de  plantio de Escova de sapato em 2025 (Amast/FPJ)

 

LO  583 – 1 Sibipiruna em 2017 - morreu em 2024 previsto de  plantio de Escova de sapato em 2025 (Amast/FPJ)

 

671 – 1 Grumixama em 2017 ( morreu em 2022) e 1 Escumilha em 2023 (Amast/FPJ)

 

681 – 1 Sibipiruna em 2017 (Amast/FPJ)

               

LO 681 – 1 Grumixama em 2023 ( Amast/FPJ)

 

Arco do Túnel Rio Comprido - APA Santa Teresa

 

153 árvores em 2022: 100 Pingos de Ouro, 1 Ipê amrelo, 1 Ipê roxo e 1 Ipê Branco, 9 Aroeiras, 9 Babosas branca, 9 Federosas, 9 Ingás branco,  9 Juremas e 5 Cafezinhos (Amast / Smac e Moradores)

             

Rua Aprazível

 

LO 141 – 2 Patas de vacas 2017 (uma morreu em 2024 -  Previsão de plantio de Pata de vaca em 2025) e 1 Pau ferro em 2018 (Pau ferro substituído em 2018). 2 Ipê amarelos do Serrado em 2023 (FPJ/Amast).

 

       Rua Leopoldo Froes

 

37 – Pau Brasil em 1978 (morador Gonçalo Ferreira

 da Silva

 

Rua do Aqueduto

 

2 Pau Brasil em 2004 pela Amast ( retiradas misteriosamente no mesmo ano)

 

Praça Odylo Costa Neto

 

Pequena Odylo – 1 Paineira, 1 Pau brasil  por moradores em 2010 (transplantados pela Prefeitura em 2011 e plantados na Rua Joaquim Murtinho) e 1 Ipê rosa que permanece no local). Em 2011, 2  Ipês roxos foram plantados pela Prefeitura/Amast no local que estavam o Pau Brasil e a Paineira.  Em 2015, 2 Ipê brancos foram plantados (removido em 2019) e no local 2 Aldragos em 2019 (FPJ/Amast).

 

Grande Odylo – 4 Paus brasil  pela Amast em 2003 – misteriosamente retirados - 2 Ipes: Roxo e Dourado, (existentes) – 6 Quaresmas em 2015 (Amast/FPJ)e misteriosamente cortadas no mesmo ano. 1 Pau ferro em 2015, 1 Sibipiruna em 2017, 2 Jabuticabas em 2019 e 2021, uma Acerola em 2022 (FPJ/Amast).  1 Pau brasil (morador) em 2019 (Amast/FPJ)

 

Rua Constant Jardim

 

23 – 4 Babosas brancas em 2018  (FPJ/Amast). (2 substituídas em 2019) – 1 morreu em 2023 e foi substituída por 1 Ipê amarelo (FPJ/ Amast)

 

Rua Pascoal Carlos Magno

 

95 – Igreja Anglicana – 2 Paus brasil o de 2004 doação do morador Leonardo Guimarães e o de 2011 doação da moradora Monica Dantas - (Amast)

 

Praça Márcia Lyra / Ruas Santa Cristina e Candido Mendes

 

1 Pau brasil em 2003 (Sergio Amaral /Amast)

  

Rua Candido Mendes

 

2 Oitis  (Tentaram matá-las em 2018 – moradores salvaram – já existentes)

 

Rua Monte Alegre

 

306 - Centro Cultural Laurinda Santos Lobo – 1 Pau brasil em 2004 pela Amast – (Removido indevidamente e morreu em 2009)

Em 2025, 2 Ipês amarelos do serrado (FPJ/ Amast)

 

Rua Joaquim Murtinho

 

73 – Pau brasil em 2011 doação Mônica Dantas (Plantado por Dulce, viúva Motorneiro Nelson/Amast)

 

Rua Francisco Muratori

 

73 – Escumilha em 2018 (FPJ/Amast).

 

122 -  1 Pitangueira, ( A Pitangueira foi substituída em 2018),  1 Pau brasil (morreu em 2025 plantio de Cotonete em 2025) 2 Ipê amarelo, 1 Ipê branco, 1 Sibipiruna (morreu em 2019) e 1 Babosa Branca ( A Babosa branca foi substituída em 2018) em 2016, 2017, 2019 e 2023.  (FPJ/Amast).

 

LO 117 - 1 Lanterneira em 2023 (FPJ/Amast), Acerola, Pitanga, Ora Pro nobis (Moradores)

              

Praça Sergio Cardoso – Curvelo

 

1 Pau brasil em 2016 e 1 Jequitibá em 2017 (FPJ/Amast). e 1 Cedro vermelho (existente)

Muitas árvores plantadas por moradores

 

Ladeira de Santa Teresa

 

Há muitas árvores plantadas por moradores

                                                                                                                

Rua Dias de Barros

 

11 – 3 Cotonetes em 2019 ( 1 Cotonete morreu em 2022) e 2023 (FPJ/Amast).  1 Manacá, 1 Pata de Vaca, 1 Extremosa e 1 Pétrea em 2021 (Amast/Morador Paulo Sergio Pais de Barros)

 

Praça Glauce Rocha 

12 árvores na Praça Glauce Rocha entre 2017 e 2019 foram decepadas ou danificadas de tal forma que não se desenvolveram

 

6 Pau brasil, 1 Pitangueira, 1 Pau ferro ( detonado em 2018), 1 Grumixama, 1 Aroeira, 1 Araçá e 1 Goiabeira em 2016, 2017, 2018 e 2023 (FPJ/Amast).  1 Jurubeba 1 Limoeiro (existentes).

 

Rua Visconde de Paranaguá

 

37 – 7 Paus brasil em 2016 e 2019. 3 Paus brasil em 2025 (Amast/FPJ)

 

Rua Costa Bastos

 

LO 556 – Grumixama   2017 (Amast/FPJ)

 

695 – 2 Ipês roxos (1 substituído pela FPJ em 2018)  1 Ipê amarelo em 2019 (FPJ/Amast).

 

Rua Cardeal São Sebastião Leme

 

LO 23 – 1 Carambola, 1 Grumixama e 1 Pirangueira em 2018 (FPJ/Amast).

 

Largo das Neves

 

3 Murtas em 2016, 2017 e 2019 (FPJ/Amast

 

Rua Eduardo Santos

 

79 – 1 Cotonete em 2017 (FPJ/Amast).

 

168 – 1  Ipê Roxo – “Ipê Esperança” (moradora: Luciene Gonçalves Ferreira)

 

171 – 1 Cotonete em 2017 (FPJ/Amast).

 

Ladeira Frei Orlando

 

67 – 1 Mogumbá (existente)

42 – 1 Mogumbá (existente)

 

 

Escadinhas da Ladeira Frei Orlando

 

Subindo da Rua Riachuelo

2 Fícus (existentes plantados por Leidiane Maria da Silva)

 

Rua Paraíso

 

7 - 1 Jacarandá mimoso (existente) - Floresta do Kaplan (morador) praticamente dizimada pela Comlurb em 2024

 

Rua Paula Mattos - 11 árvores na Rua Paula Mattos – umas mortas, outras danificadas ao longo dos anos do plantio

 

39 – 2 babosas brancas em 2019 Amast/FPJ

 

 

LO 65 – 1 Ipê branco em 2017 Amast/FPJ

 

52 – 1 Ipê roxo em 2017 Amast/FPJ

   

53 – 3 Cotonetes em 2023 – Uma sumiu – replantio 2025 Amast/FPJ

 

66 – 1  Ipê amarelo em 2017.(Amast/FPJ)

 

LO107 – 1 Ipê roxo em 2017 (Existente)

 

112 – 1 Ipê amarelo em 2017 (existente: Maria do Socorro)

 

125 – 1 Ipê amarelo em 2017 FPJ/Amast).

 

127 – 1 Pitangueira em 2019 Amast/FPJ

129 – 2 Ipê amarelo em 2017 ( morreram), 1 Pitangueira em 2017 (morreu 2018) e 2023 outra Pitanga(Amast/FPJ

       

134  - 1 Escumilha em 2017 ( Lado esquerdo entrada da Praça Paula Mattos) Amast/FPJ – 1 Escumilha (existente e que morreu em 2022) Replantada 1 Escumilha - 2023 Amast/FPJ

 

LO 148 – 3 Pau brasil em 2017, 2018 (2 Pau Brasil morreram e o plantado em 2019 em homenagem à Comlurb permanece. Amast/FPJ

 

151 – 1 Ipê Branco plantado em 2016 (FPJ/Amast). (Morador retirou-a em 2019 e jogou-a no lixo. Moradores tentaram salva-la e morreu)

 

172 – Ipê amarelo em 2019 (Moradores Olmazi Henrique e  Martha Henrique/Amast

 

LO 211 – 2 Sibipirunas em 2017 (FPJ/Amast) – Ipê rosa em 2022 (moradora Marcia Nascimento)

       

217 – Ipê amarelo (Amast/FPJ)

 

LO 219 – 1 Sibipiruna em 2017 (FPJ/Amast). Morreu em 2024 –  substituída em 2025 por um Ipê rosa por Marcia Nascimento

 

         Em andamento projeto de plantios em 2026.

Mais de 500 árvores plantadas e ou cuidadas desde 2004.


 

2015 - 2014 - Participa de Arte de Portas Abertas na Casa Alto Lapa Santa em Santa Teresa e Museu Casa Benjamin Constant expondo o Estandarte Ode ao Amor. Heloisa é chamada: "A Senhora das Árvores" - matéria de Virgílio de Souza no Jornal Capital Cultural -

 Bordado Criador  4,00 x 1,50 - 2006/ 2014 Homenagem a Amast - Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa 

                  Arte de Postas Abertas 

2014 
Apresenta  Gravuras, desenhos e aquarelas nos dias 13 e 14 de setembro 
 
 Casa Alto Lapa Santa
Rua Joaquim Murtinho, 654, em Santa Teresa 
 
e
 
ODE  AO  AMOR
 
Museu Casa Benjamin Constant - Chave Mestra
Rua Monte Alegre,  255
 Santa Teresa
  
  
" A Senhora das Árvores"

                         Virgilio de Souza

"A Conceituada artista plástica Heloisa Pires Ferreira, uma das moradoras mais atuantes em defesa do bairro estará  expondo suas obras dias 13 e 14"  -                      

Bairro terá 135 espécie de árvores replantadas

         A artista plástica Heloisa Pires Ferreira, é uma guerreira permanente e uma das pessoas mais queixosas contra o desaparecimento de árvores de Santa Teresa.  Depois de muita batalha e de um levantamento minucioso feito por ela e outros moradores, conseguiu-se um feito e importante para o bairro: através do subprefeito do Centro Luis Claudio Vasquez, será possível que  135 espécies de árvores que desapareceram do bairro nos últimos anos sejam replantadas. Uma reunião com a diretoria da Fundação Parques e Jardins definirá as espécies e o local do replantio

         ___ Esse replantio é uma vitória não só minha, mas de muitas outras pessoas que se preocupam co o desaparecimento de árvores do bairro.  Confesso que estou feliz À boa vontade do subprefeito Luis Claudio Vasquez foi importante para que aringíssimos nosso objetivo.

         Recentemente Heloisa vem organizando mutirões e convidando moradores para replantar árvores na Praça Odylo Costa Neto e vem obtendo sucesso.  Uma de suas maiores queixas é contra as transformações que ocorrem no Hotel Paineiras, onde várias árvores foram derrubadas.

*Virgílio de Souza - editor do Jornal Capital Cultural - abril  2014                                  "A Senhora das Árvores" 





sexta-feira, 6 de março de 2026

2014 - Heloisa doa Gravuras para a Biblioteca Nacional. Revista de História da Biblioteca Nacioanl em matéria assinada por Fernada Távora com pareceres de Sandra Hitner e Léa Pereira da Cruz.

 

Pássaro Verde - Gravura em metal: ponta seca - 1981 - 46x58cm -

 Foto: Henri Stahl

 

                                                                                               Fernanda Távora *

            Por Dentro da Biblioteca

 Relacionamento Antigo

Premiada artista plástica doa mais 30 de suas gravuras para a Biblioteca Nacional

 Através de gravuras de sois, galáxias, representações de países da América Latina e de estados brasileiros caminha o trabalho da experiente gravadora Heloisa Pires Ferreira. Hoje, esses elementos também compõem o acervo da Biblioteca Nacional: a artista, que trabalha a 40 ano com diferentes técnicas acaba de doar mais de 30 de suas obras para o setor de iconografia.

         O relacionamento entre Heloisa, que já expôs no Museu Nacional de Belas Artes é antigo. Na década de 1990, alguns de seus trabalhos foram adquiridos pelo mesmo setor em uma exposição na Gravura Brasileira, Copacabana. Além disso, na mesma década, durante o período  em que foi professora no Sesc da Tijuca, celeiro de novos artistas, e deu aulas na Escolinha  de Arte do Brasil, ambas no Rio de Janeiro, as visitas de Heloisa na instituição eram frequentes.

         ¨Foi me organizando para uma exposição que selecionei as obra para a BN¨, explicou Heloisa sobre a mostra que está prevista para acontecer no meados do ano, em São Paulo. Sandra Hitner crítica da Associação Brasileira de Críticos de Arte, destaca que a  aquisição das obras da artista só tem a acrescenta ao acervo da BN. ¨O papel de Heloisa Pires Ferreira é  uma contribuição fundamental à gravura contemporânea brasileira. Ela ajudou a difundir a técnica entre jovens artistas, e seu trabalho é um registro do trajeto dessa arte no país¨, explica Sandra sobre a  artista, que já recebeu a  bolsa de estudos da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, e participou da organização e edição do livro Gravura Brasileira Hoje: depoimentos.

         Entre as gravuras doadas estão representantes dos países como Honduras, Bolívia e Paraguai que são parte de uma narrativa sobre a América Latina feita pela artista, e que apresentam nuances de seu processo criativo. ¨Antes as doações feitas pela Heloisa eram mais pontuais, inclusive obra de outros artistas¨, lembra Léa Pereira da Cruz, chefe do setor de iconografia da Biblioteca Nacional.

         As obras doadas para o setor passam por um pequeno processo de verificação para saber se o material está em bom estado de conservação e se não é um material duplicado, caso o artista já tenha feito doações anteriormente. ¨As obras tem que ser de um artista já consagrado, como é o caso de Heloisa¨, explica Léa.

         O passo seguinte à catalogação é o acesso ao público. Logo as gravuras doadas por Heloisa estarão disponíveis em catálogo. ¨Estamos conversando com ela sobre a possibilidade de digitalizá-las e disponibilizá-las no site da biblioteca¨, conclui Léa.

                                                            *Fernanda Távora Revista de História da                                                                     Biblioteca Nacional ano 9, n°103 abril 2014 pág. 89

     Doa Gravuras à Biblioteca Nacional em 2014 


 
 
Sol Sanguínea - gravura em metal: buril e ponta seca - 1989 - 17x20cm - Foto : Henry Stahl