domingo, 30 de dezembro de 2018
1977 - Dupla Individual no Palácio Forroupilha - RGS - Apresentação de Walmir Ayala - Divulgação no Correio do Povo: Critico de Arte Décio Presser, Folha da Tarde, Zero, Jornal do Brasil, Hora,
Palácio Farroupilha
Rio Grande do Sul
Imagem: Foto Silvia Cordoba
Gravura: foto Henri Stahl
Dupla Individual:
Heloisa Pires Ferreira
e Osmar Fonseca
Pena Azul - 1976 - 0,48x0,52 - Gravura em metal: águas tinta e forte
Foto: Henri Stahl
Inauguração:16/08/1977
até 60 de agosto
Pena Ferrugem 1977
Gravura em metal: águas tinta e forte
48 x 52 cm
Foto: Henri Stahl
Divulgação no Correio do Povo
Zero Hora divulga a exposição no Palácio Farroupilha
Luis Carlos Lisboa comenta a exposição no Jornal Zero Hora
Correio do Povo divulga: Dois Artista na Assembleia
Correio do Povo de agosto
[...] Ainda recentemente a Oficina de Gravura do Ingá recebeu da Fundação Gulbenkian, como reconhecimento do mérito dos processos técnicos e didáticos que vem desenvolvendo, uma bolsa de aperfeiçoamento em Lisboa, da qual foi indicada Heloisa Pires Ferreira, a que realizou uma exposição em Porto Alegre em 1977.
[...] Além, de Heloisa Pires Ferreira premiada com uma bolsa no exterior no decorrer de 78, outros professores e alunos da Oficina de Gravura do Ingá apareceram em destaques em 1978.
*Décio
Presser – Correio do Povo, página 13 - setembro, 1978, Rio
Grande do Sul
Jornal do Brasil
divulgação de
Roberto Pontual
Zeferino P. Freitas Fagundes
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sábado, 1 de dezembro de 2018
1976 - Galeria de Arte Divulgação e Pesquisa - Apresentaçãode Anna letycia - Exposição coletiva - divulgação: Jornal do Brasil - Roberto Pontual - Crítico de Arte
Pavãozinho II - Gravura em metal: Águas tinta e forte - 1976 - 0,49x0,62
foto: Henri Stahl
apresentação
Pavãozinho I - Gravura em metal: ponta seca, águas tinta e forte - 1976
0,47x0,54 - Foto: Henri Stahl
Sem Título - Gravura em metal: Águas tinta e forte - 19764
0,29 x 0,38 Foto: Henri Stahl
Roberto Pontual no Jornal do Brasil - Caderno B pág 2 divulga a exposição na Galeria Divulgação e pesquisa em 1976. Anna Letycia*
A apresentação sairia de uma conversa informal, da qual se extrairiam trechos de cada um sobre se próprio trabalho, em que um dissesse o essencial para uma conversa ao público. Foi, de fato, uma conversa bastante longa. Aloísio Magalhães, Solange e eu ficamos solicitando informações e fazendo comentários que pudessem completar o quadro. Dessa conversa alinho trechos que me parecem os mais referentes.
”Eu quero mesmo é saber o que se passa dentro de mim, mil coisas que não sei e esse vasto território que a gente tem e do qual usa uma área tão mínima. Tenho necessidade de mergulhar, sabe? Não sei se isso se percebe nos meus trabalhos. Eu nunca falo nisso” . Vida-Morte-Suícida, três trabalhos e Heloisa, de pássaros no espaço.. Sempre o pássaro. Mas não vejo o pássaro neste. “É o olho da pena de pavão. O mundo gira de tal forma que você deixa de ser pássaro, pavão ou o que for vira detalhe, perde o seu todo”. Heloisa Pires Ferreira começou seu trabalho de gravura na Escolinha de Arte do Brasil, onde os quatro se conheceram e trabalham. Experimentou primeiro a xilogravura com Altino, técnica que não lhe eu o resultado desejado. Foi então para a gravura em metal com Marília Rodrigues. “Uma das razões deu fazer gravura em metal é a possibilidade de usar a força na execução da gravura, junto com essa coisa muito delicada e sensível que é o resultado final da impressão. A força do ácido nítrico me fascina. Antes eu pintava e desenhava, mas sempre um trabalho muito solitário. Há momentos em que o mundo me traga, sabe? As pessoas em termos de aglomeração , de tumulto, todas essas coisas estereotipadas que existem no mundo, muitas vezes me sufocam, a tal ponto que eu sinto como se fosse um gigante olho, sabe?” A cor no trabalho de Heloisa é essencial para a criação da atmosfera que deseja nos seus espaços perdidos. Trabalha muito na técnica do verniz mole e da água tinta. A gravura é feita com várias chapas e superposições. Um acaso de circunstância determinou o encontro dos quatro e a exposição e agora, simpatia, empatia....”
*Anna Letycia, gravadora, apresenta
a Heloisa Pires Ferreira, na exposição coletiva: “Gravuras de 4”, na Galeria de
Arte Divulgação Pesquisa, no Rio de Janeiro, dezembro de 1976.
Pássaros Azuis - Gravura em metal: águas tinta e forte - 1976 - 0,70x0,54
Foto:Henri Stahl
1978 - Gravura Brasileira Hoje: Dezeseis Novos Gravadores - Museu Nacional de Belas Artes
Osmar Fonseca *
“Dar forma” para Heloisa foi sempre um processo onde o método, o objeto e o autor formam um todo indivisível. O objeto não sendo representação diante do outro, “um estudo aqui”, mas “um sendo”. Ela começou seu trabalho através da pintura e do desenho, abstrações onde a investigação do espaço interior (exterior?) delineia a possibilidade de nomear o desconhecido. Para a percepção e compreensão de seus trabalhos até hoje é necessário outra forma e espaço. Não falo de problemas de composição gráfica, nem de formas, ou que formas em determinados espaços, mas a necessidade vital de criação de espaço.
Vejo três etapas na evolução de seus trabalhos; investigação, conquista e estabelecimento. Desta última são os trabalhos apresentados nesta mostra. Nada me fazia prever a chegada em tal lugar, o espaço estabelecido é outro que o esperado, ele é estendido ao máximo de sua amplidão. Nada mais voa sob e sobre imprecisos ventos. O que ela chama sonho é o real no exato momento em que a terra surge e Heloisa pousa os pés no chão.
*Osmar Fonseca, desenhista, e pintor apresenta a exposição: “Gravura Carioca hoje: dezesseis novos gravadores”, Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro, 1978.
Noite - 1976 - Gravura em metal: águas tinta e forte - 0,56 x 0,37 Foto Henri StahlEncontro no Repouso - 1978 - Gravura em metal: águas tinta e forte - 0,39x0,39 - Foto Henri Stahl
Isolado na Esperança - 1978 - Gravura em metal: águas tinta e forte - 0,39x0,59 - Foto: Henri Stahl




































